{"id":312,"date":"2025-11-02T20:59:47","date_gmt":"2025-11-02T20:59:47","guid":{"rendered":"https:\/\/tagiberico.org\/?page_id=312"},"modified":"2025-12-02T07:54:13","modified_gmt":"2025-12-02T07:54:13","slug":"call-for-papers-tagi26","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/tagiberico.org\/?page_id=312","title":{"rendered":"Call for papers TAGi26"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-quinary-color has-primary-background-color has-text-color has-background has-link-color has-large-font-size wp-elements-b61fd92e59cf4c12e3120edf57fff2d7\"><strong>Aberto at\u00e9 <s>1 de dezembro<\/s><\/strong><br><strong>Abierto hasta el <s>1 de diciembre<\/s><\/strong><br>&#8212; <strong>9 de dezembro\/diciembre<\/strong> &#8212;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-tertiary-background-color has-background has-medium-font-size\"><strong>Envie a sua proposta para \/\/ Env\u00eda tu propuesta a :: tagiberico@gmail.com<\/strong><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p>Abaixo, encontrar\u00e1 as sess\u00f5es submetidas para o pr\u00f3ximo TAG Ib\u00e9rico em \u00c9vora. Caso alguma delas lhe interesse e deseje participar, envie-nos um resumo de aproximadamente 200 palavras para o endere\u00e7o de e-mail acima indicado. Na sua proposta, inclua as seguintes informa\u00e7\u00f5es: nome(s), afilia\u00e7\u00e3o, dados de contacto, resumo e a sess\u00e3o que est\u00e1 a submeter.<\/p>\n\n\n\n<p>A continuaci\u00f3n puedes ver las sesiones que se han presentado al pr\u00f3ximo TAG ib\u00e9rico en \u00c9vora. Si alguna es de tu inter\u00e9s y quieres participar, envianos un resumen de en torno a 200 palabras al email de arriba. Indica en la propuesta todos los datos: nombre(s), filiaci\u00f3n, contacto, resumen, y la sesi\u00f3n a la que va dirigido.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>1<\/strong><br><strong>\u00c9tica em Arqueologia: responsabilidades, pr\u00e1ticas e desafios no contexto ib\u00e9rico<\/strong><br><em>Org. Joel Santos, T\u00e2nia Casimiro<\/em><\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Resumo<\/summary>\n<p>A arqueologia contempor\u00e2nea enfrenta dilemas \u00e9ticos cada vez mais complexos: desde a rela\u00e7\u00e3o entre investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e interesses econ\u00f3micos, at\u00e9 ao tratamento de restos humanos, \u00e0 musealiza\u00e7\u00e3o e \u00e0 participa\u00e7\u00e3o das comunidades locais. Em Portugal, a reflex\u00e3o sobre \u00e9tica em arqueologia tem permanecido relativamente marginal, apesar da sua relev\u00e2ncia crescente num contexto de intensa atividade patrimonial e de profundas transforma\u00e7\u00f5es sociais, pol\u00edticas e ambientais.<br>Esta sess\u00e3o prop\u00f5e abrir um espa\u00e7o de debate cr\u00edtico sobre \u00e9tica em arqueologia no contexto ib\u00e9rico, cruzando experi\u00eancias de diferentes \u00e1reas: deontologia e pr\u00e1tica profissional, epistemologias e narrativas hist\u00f3ricas, gest\u00e3o do patrim\u00f3nio e participa\u00e7\u00e3o cidad\u00e3, uso de novas tecnologias, turismo cultural e desafios ambientais. Neste contexto, tamb\u00e9m o recurso emergente \u00e0s ferramentas de intelig\u00eancia artificial merece aten\u00e7\u00e3o, pela forma como coloca quest\u00f5es de transpar\u00eancia e responsabilidade no processo de investiga\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<br>Pretende-se n\u00e3o apenas identificar problemas, mas tamb\u00e9m partilhar boas pr\u00e1ticas e caminhos poss\u00edveis, fomentando um di\u00e1logo interdisciplinar e inclusivo. O objetivo \u00e9 contribuir para uma maior consci\u00eancia coletiva sobre as responsabilidades sociais e culturais da arqueologia, questionando n\u00e3o s\u00f3 como investigamos o passado, mas tamb\u00e9m para quem e com que instrumentos e consequ\u00eancias o fazemos.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>2<\/strong><br><strong>La discreta pr\u00e1ctica de la anarqu\u00eda. Horizontalidad y resistencia cotidianas en las comunidades arqueol\u00f3gica<\/strong><br><em>Org. Judit del R\u00edo, Corey Herrmann <\/em><\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Resumo<\/summary>\n<p><em>El trabajo arqueol\u00f3gico se desarrolla en un espectro amplio, desde la<\/em> <em>arqueolog\u00eda comercial a la investigaci\u00f3n, pasando por la docencia, el trabajo<\/em> <em>muse\u00edstico o la gesti\u00f3n del patrimonio. La premisa alrededor de la cual se<\/em> <em>estructura esta sesi\u00f3n es la existencia, en todos estos \u00e1mbitos, de pr\u00e1cticas sociopol\u00edticas colectivas, m\u00e1s o menos organizadas, basadas en los<\/em> <em>principios de horizontalidad, descentralizaci\u00f3n, acci\u00f3n directa y apoyo<\/em> <em>mutuo. En este sentido, nos interesa indagar en pr\u00e1cticas anarquizantes,<\/em> <em>entrelazadas con el quehacer diario y regidas por directrices similares de<\/em> <em>libertad y responsabilidad colectivas. Entendemos este anarquismo<\/em> <em>cotidiano como una resistencia ante los poderes econ\u00f3micos, sociales y<\/em> <em>pol\u00edticos del capitalismo neoliberal; resistencia que se fragua en la<\/em> <em>solidaridad entre los distintos integrantes de las comunidades<\/em> <em>arqueol\u00f3gicas (estudiantes, profesores, t\u00e9cnicos&#8230;) mediante diversas<\/em> <em>estrategias (sindicalismo, apoyo mutuo en los centros de trabajo,<\/em> <em>diversificaci\u00f3n de contenidos acad\u00e9micos y expositivos\u2026). Adem\u00e1s,<\/em> <em>concebimos esta corriente dentro de una red mayor de pr\u00e1cticas<\/em> <em>liberatorias, entrelazada con ideolog\u00edas feministas, decoloniales,<\/em> <em>anticapacitistas, sindicalistas, ecologistas y antifascistas.<\/em> <br><em>La sesi\u00f3n est\u00e1 abierta a trabajos que exploren pr\u00e1cticas impulsadas desde<\/em> <em>la base y con el objetivo de tejer alianzas entre iguales. Con ello<\/em> <em>pretendemos recalcar el valor de estas actividades que, pese a ser<\/em> <em>consideradas en muchas ocasiones de menor envergadura, constituyen los<\/em> <em>cimientos para el desarrollo de una imaginaci\u00f3n revolucionaria com\u00fan que<\/em> <em>nos permita seguir imaginando otros mundos \u2014tanto dentro como fuera<\/em> <em>de la arqueolog\u00eda.<\/em><br><em>Algunos temas de inter\u00e9s:<\/em><br><em>\u2022 Praxis como teor\u00eda<\/em><br><em>\u2022 Resistencias cotidianas y su impacto pol\u00edtico<\/em><br><em>\u2022 Planteamientos docentes y museol\u00f3gicos desde la horizontalidad.<\/em><br><em>\u2022 El papel de lo colectivo en el trabajo de campo y laboratorio<\/em><br><em>\u2022 La importancia de la comunidad para la identidad profesional en<\/em> <em>arqueolog\u00eda<\/em><br><em>\u2022 Sindicalismo, derechos laborales y acci\u00f3n colectiva en el puesto de<\/em> <em>trabajo<\/em><br><em>\u2022 Postanarquismo y teor\u00eda arqueol\u00f3gica<\/em><br><em>\u2022 Arqueolog\u00eda ind\u00edgena, interseccional y transfeminista<\/em><\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>3<\/strong><br><strong>Desafios da Comunica\u00e7\u00e3o de Pr\u00e9-Hist\u00f3ria no s\u00e9c. XXI: entre a Pseudoarqueologia e a Economia da Aten\u00e7\u00e3o<\/strong><br><em>Org. Sara Cura, Susana Nunes, Miguel Serra<\/em><\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Resumo<\/summary>\n<p>\u00c9 amplamente aceite que a sociedade nutre um interesse genu\u00edno pela Pr\u00e9-hist\u00f3ria e, de forma mais abrangente, pela Arqueologia. Contudo, ser\u00e1 este interesse orientado para a pr\u00e1tica e a teoria da disciplina, ou sobretudo para a vis\u00e3o amplificada pelos media, marcada por aventuras, enigmas e teorias conspirativas? O sucesso de s\u00e9ries como Ancient Apocalypse (Netflix) demonstra como narrativas especulativas capturam a aten\u00e7\u00e3o p\u00fablica, desafiando a comunica\u00e7\u00e3o da Pr\u00e9-hist\u00f3ria.<br>Hoje, a desinforma\u00e7\u00e3o \u00e9 frequente na televis\u00e3o e no streaming, mas alastra de forma exponencial nas redes sociais. Plataformas como YouTube, TikTok ou Instagram privilegiam conte\u00fados de forte apelo emocional e imediato, em detrimento de mensagens complexas, lentas e fundamentadas. A l\u00f3gica algor\u00edtmica tende a ocultar conte\u00fados cient\u00edficos e penaliza quem n\u00e3o publica constantemente. Al\u00e9m disso comunicar ci\u00eancia de forma regular exige recursos, tempo e uma multiplicidade de compet\u00eancias \u2014 da investiga\u00e7\u00e3o ao design gr\u00e1fico, da edi\u00e7\u00e3o de v\u00eddeo ao marketing digital. Para projetos com baixo or\u00e7amento, o desafio \u00e9 monumental.<br>Neste contexto, os pr\u00e9-historiadores enfrentam uma dupla tarefa: ocupar o espa\u00e7o frequentemente preenchido por informa\u00e7\u00e3o sem rigor e, simultaneamente, adaptar-se a ecossistemas comunicacionais cujo funcionamento n\u00e3o favorece a ci\u00eancia. A economia da aten\u00e7\u00e3o coloca a ci\u00eancia em desvantagem, uma vez que o conhecimento cient\u00edfico \u00e9 lento, racional e matizado, contrastando com as narrativas r\u00e1pidas e emocionais que dominam os feeds digitais.<br>A quest\u00e3o central permanece: devemos moldar a comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica \u00e0s regras dos algoritmos, correndo o risco de diluir a complexidade do conhecimento? Ou ser\u00e1 necess\u00e1rio criar espa\u00e7os alternativos e mais sustent\u00e1veis de di\u00e1logo com a sociedade? Esta sess\u00e3o pretende abrir a discuss\u00e3o e a reflex\u00e3o em torno destas quest\u00f5es, partilhar experi\u00eancias, estrat\u00e9gias e boas pr\u00e1ticas, e convocar a participa\u00e7\u00e3o ativa de investigadores e comunicadores de ci\u00eancia na constru\u00e7\u00e3o de novas formas de comunicar a Pr\u00e9-hist\u00f3ria no s\u00e9culo XXI.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>4<\/strong><br><strong>Di\u00e1logos sobre los l\u00edmites de la Arqueolog\u00eda del territorio: del control a la delimitaci\u00f3n a partir del an\u00e1lisis de arquitecturas, objetos y representaciones<\/strong><br><em>Org. Par. Carolina Cabreo Gonz\u00e1lez, Jes\u00fas G\u00e1miz Caro, Sa\u00faco S\u00e1nchez Burgos, Werner Miguel Ottes, Liliana Spanedda, Leonor Rocha, Juan Antonio C\u00e1mara Serrano (mesa de discuss\u00e3o)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-quaternary-color has-text-color has-link-color wp-elements-ed2146afb1b70d2af0eadfcc96577b08\"><strong>Completo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Resumo<\/summary>\n<p>Entender c\u00f3mo las sociedades del pasado experimentaron, utilizaron y transformaron su entorno permite aproximarnos tanto a su mundo material como cultural. El estudio de la relaci\u00f3n con el territorio \u2014desde la ocupaci\u00f3n del espacio y la explotaci\u00f3n de recursos hasta la creaci\u00f3n de monumentos, expresiones art\u00edsticas o redes de poblamiento\u2014 ofrece una v\u00eda privilegiada para comprender c\u00f3mo se construyeron y organizaron los espacios sociales. Sin embargo, esta aproximaci\u00f3n no est\u00e1 exenta de limitaciones, como la sobre-representaci\u00f3n de ciertos elementos (por su monumentalidad, visibilidad o tradici\u00f3n de estudio) frente a la escasa documentaci\u00f3n de otros genera desequilibrios que condicionan nuestra visi\u00f3n del territorio.<br>Analizar la distribuci\u00f3n de estructuras, la localizaci\u00f3n de yacimientos, la circulaci\u00f3n de materias primas o la disposici\u00f3n de manifestaciones art\u00edsticas permite reconstruir estrategias de control, delimitaci\u00f3n y sacralizaci\u00f3n del espacio. No obstante, estas interpretaciones dependen de marcos te\u00f3ricos, escalas de an\u00e1lisis y registros fragmentarios que debemos someter a revisi\u00f3n cr\u00edtica.<br>En las \u00faltimas d\u00e9cadas, la incorporaci\u00f3n de tecnolog\u00edas espaciales ha ampliado las posibilidades de detecci\u00f3n, registro e interpretaci\u00f3n, pero tambi\u00e9n ha introducido nuevos sesgos y desaf\u00edos conceptuales. \u00bfC\u00f3mo influyen estas herramientas en la construcci\u00f3n de los relatos arqueol\u00f3gicos? \u00bfQu\u00e9 vac\u00edos permanecen invisibles incluso con t\u00e9cnicas avanzadas? <br>El objetivo de esta sesi\u00f3n es abrir un di\u00e1logo sobre los l\u00edmites de la arqueolog\u00eda del territorio, integrando estudios que aborden arquitecturas, objetos y representaciones, y reflexionen sobre c\u00f3mo nuestras herramientas, categor\u00edas y datos condicionan lo que entendemos por territorio en el pasado.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>5<\/strong><br><strong>Espa\u00e7os de reuni\u00e3o: debatendo o conceito de assembleia na sua aplica\u00e7\u00e3o a contextos da Pr\u00e9-Hist\u00f3ria Recente<\/strong><br><em>Org. Ana Vale, Ant\u00f3nio Valera <em>Part. Andr\u00e9 Santos, Mariana Diniz, S\u00e9rgio Gomes<\/em> (mesa discuss\u00e3o)<\/em><\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Resumo<\/summary>\n<p>O desenvolvimento da investiga\u00e7\u00e3o sobre recintos da Pr\u00e9-Hist\u00f3ria Recente, primeiro murados\/muralhados e depois de fossos, introduziram na arqueologia portuguesa desse per\u00edodo a no\u00e7\u00e3o de locais de agrega\u00e7\u00e3o e reuni\u00e3o, utilizando-se igualmente o termo assembleia, numa tradu\u00e7\u00e3o de Assembly, utilizado por v\u00e1rios autores ingleses nas suas abordagens aos\u201d diched and causweyed enclosures\u201d. Estando o termo Assembleia definido em dicion\u00e1rio com o significado de \u201cReuni\u00e3o\u201d, \u201cOrg\u00e3o\u201d, \u201cLugar de Reuni\u00e3o\u201d, \u201cEspa\u00e7o ou Acto fomalizado ou n\u00e3o formalizado\u201d ou mesmo como \u201cProcesso\u201d, a sua utiliza\u00e7\u00e3o na arqueologia dos recintos tem tido nuances de significado. Nuns casos ligado a espa\u00e7os p\u00fablicos de reuni\u00e3o de pessoas, animais e objectos, noutros incorporando actividades em interac\u00e7\u00e3o (sincr\u00f3nica e\/ou diacr\u00f3nica), noutros ainda de uma forma mais hol\u00edstica, reportando-se \u00e0 forma como todo um sistema social total ou um territ\u00f3rio se expressa num determinado lugar.<br>Pretende-se, nesta sess\u00e3o, debater as v\u00e1rias modalidades em que o conceito de Assembleia tem vindo a ser utilizado na abordagem aos recintos da Pr\u00e9-Hist\u00f3ria Recente e, simultaneamente, discutir a sua aplicabilidade a outro tipo de contextos, como monumentos megal\u00edticos funer\u00e1rios e n\u00e3o funer\u00e1rios, necr\u00f3poles ou locais com arte rupestre, assim como a exist\u00eancia de escalas e temporalidades de assembleia.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/details>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>6<\/strong><br><strong><s>Sex<\/s> Gender and the City: Din\u00e1micas de G\u00e9nero en la Emergencia y Desarrollo del Mundo Urbano en la Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica (y M\u00e1s All\u00e1)<\/strong><br><em>Org. Francisco Gomes, Carmen Ram\u00edrez Ca\u00f1as, Sonia L\u00f3pez-Chamizo (sess\u00e3o col\u00f3quio) <\/em><\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Resumo<\/summary>\n<p>Uno de los resultados de la creciente interconectividad del Mediterr\u00e1neo en el I milenio a.n.e. fue la r\u00e1pida difusi\u00f3n del modo de vida urbano, que en muchas regiones sustituy\u00f3 la organizaci\u00f3n aldeana. Este proceso, a\u00fan en debate por su origen, transmisi\u00f3n e impacto econ\u00f3mico, territorial y pol\u00edtico, transform\u00f3 tambi\u00e9n la vida cotidiana, los cuerpos y las relaciones de poder. Fue un fen\u00f3meno multiescalar y relacional, donde la reconfiguraci\u00f3n de roles, jerarqu\u00edas y pr\u00e1cticas de g\u00e9nero, junto con marcos ideol\u00f3gicos y culturales diversos, redistribuy\u00f3 la agencia e inscribi\u00f3 en cuerpos y materialidades relaciones de poder, en un paisaje donde distintas dicotom\u00edas \u2013 rural\/urbano, dom\u00e9stico\/p\u00fablico, productivo\/reproductivo \u2013 coexistieron en m\u00faltiples temporalidades.<br>Los discursos sobre el origen y desarrollo de la ciudad han priorizado el an\u00e1lisis de su impacto econ\u00f3mico y territorial, as\u00ed como la producci\u00f3n artesanal y las instituciones p\u00fablicas como indicadores de urbanidad. Esta mirada, heredera de ontolog\u00edas parciales, ha codificado la agencia hist\u00f3rica como masculina, relegando a los espacios dom\u00e9sticos, a las econom\u00edas de mantenimiento y al trabajo reproductivo a un lugar subalterno. Se mantiene la dicotom\u00eda p\u00fablico\/dom\u00e9stico como jerarqu\u00eda y no como entramado de espacios en interacci\u00f3n constante, donde se generan y negocian saberes, poder y memoria.<br>La Arqueolog\u00eda de G\u00e9nero, junto con novedosas metodolog\u00edas anal\u00edticas, permite reevaluar el papel de los espacios dom\u00e9sticos, explorar sinergias entre actividades artesanales y de mantenimiento e incorporar las estructuras familiares y la reproducci\u00f3n social en el discurso, reconociendo la agencia de quienes fueron marginados en los relatos urbanos. Ese es el cometido de esta sesi\u00f3n, que pretende reunir reflexiones cr\u00edticas \u2014desde la Arqueolog\u00eda, la Bioantropolog\u00eda y disciplinas conexas\u2014 sobre el papel de las din\u00e1micas de g\u00e9nero en la emergencia de la ciudad y visibilizar la pluralidad de experiencias que construyeron este orden urbano como realidad social, econ\u00f3mica, pol\u00edtica e ideol\u00f3gica.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>7<\/strong><br><strong>Teor\u00eda y m\u00e9todos en evoluci\u00f3n cultural: aproximaciones al registro<\/strong><br><em>Org. Gonzalo Herrero Ortega, Roc\u00edo And\u00fajar Pareja (sess\u00e3o col\u00f3quio) abrir call<\/em><\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Resumo<\/summary>\n<p>&nbsp;La biolog\u00eda y la arqueolog\u00eda no son disciplinas ajenas a la teor\u00eda de la evoluci\u00f3n, sino que son campos que muestran coherencias y relaciones entre s\u00ed. Los procesos de variaci\u00f3n, selecci\u00f3n y herencia (los grandes pilares de la evoluci\u00f3n biol\u00f3gica) no s\u00f3lo afectan a los genes, sino tambi\u00e9n a los rasgos culturales, desde las herramientas y la tecnolog\u00eda, hasta las formas de organizaci\u00f3n social.&nbsp;<br>Un enfoque evolucionista e interdisciplinar permite entender c\u00f3mo ciertas pr\u00e1cticas culturales y sociales se difunden, persisten o desaparecen con el tiempo, del mismo modo que lo hacen los rasgos biol\u00f3gicos en la naturaleza. Estas pr\u00e1cticas, que aparecen reflejadas en la diversidad del complejo registro arqueol\u00f3gico, han sido estudiadas durante los \u00faltimos veinte a\u00f1os mediante diversos modelos que pretenden explicar su diversidad, atendiendo a las dificultades de la naturaleza del registro y de la transmisi\u00f3n de rasgos culturales. Procesos como la transmisi\u00f3n sesgada, la acumulaci\u00f3n temporal de palimpsestos y la equifinalidad ponen de relieve la necesidad de una teor\u00eda evolucionista hecha a medida para la arqueolog\u00eda.&nbsp; <br>Esta sesi\u00f3n busca recopilar trabajos que ponen de manifiesto la fertilidad de la teor\u00eda de la evoluci\u00f3n, concretamente, para resolver inc\u00f3gnitas arqueol\u00f3gicas y evidencien el abarcamiento inter y multidisciplinar de la teor\u00eda evolutiva. Aqu\u00ed se incluyen tanto investigaciones puramente te\u00f3ricas como aproximaciones desde la realidad emp\u00edrica de cualquier campo de la arqueolog\u00eda.&nbsp;<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>8<\/strong><br><strong>Intelig\u00eancia Artificial e o Futuro da Investiga\u00e7\u00e3o do Passado<\/strong> <br><em>Org. Vera Moitinho de Almeida, Ivo Santos, Carmen Cuenca-Garcia<\/em><\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Resumo<\/summary>\n<p>A crescente integra\u00e7\u00e3o da Intelig\u00eancia Artificial (IA) na investiga\u00e7\u00e3o arqueol\u00f3gica introduziu uma mudan\u00e7a de paradigma na forma como documentamos, analisamos e interpretamos o passado. Tecnologias como&nbsp;<em>machine learning<\/em>,&nbsp;<em>deep learning<\/em>&nbsp;e redes neuronais \u2013 anteriormente perif\u00e9ricas ou desconhecidas para a maioria dos arque\u00f3logos \u2013 est\u00e3o a ser aplicadas em diversos contextos, tais como: dete\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica de s\u00edtios arqueol\u00f3gicos mediante imagens de sat\u00e9lite, reconstru\u00e7\u00e3o digital e classifica\u00e7\u00e3o de cer\u00e2micas fragmentadas, extra\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o de textos hist\u00f3ricos e inscri\u00e7\u00f5es, an\u00e1lise osteol\u00f3gica atrav\u00e9s de imagiologia 2D\/3D e reconhecimento de padr\u00f5es, e utiliza\u00e7\u00e3o de rob\u00f3tica para escava\u00e7\u00f5es e monitoriza\u00e7\u00e3o de s\u00edtios arqueol\u00f3gicos. Estes avan\u00e7os prometem novos conhecimentos e efici\u00eancias anteriormente inating\u00edveis.<br>Contudo, a utiliza\u00e7\u00e3o da IA na arqueologia tamb\u00e9m levanta desafios significativos. Por um lado, persistem quest\u00f5es fundamentais sobre quais os problemas de investiga\u00e7\u00e3o arqueol\u00f3gica mais adequados \u00e0s abordagens baseadas em IA e como garantir a qualidade, representatividade e acessibilidade dos dados em que estes m\u00e9todos se baseiam. Por outro lado, a IA coloca diversas quest\u00f5es \u00e9ticas, epistemol\u00f3gicas e hermen\u00eauticas cruciais, nomeadamente: como interpretar os resultados gerados por IA? Que enviesamentos est\u00e3o incorporados nos dados de treino e nos algoritmos? E como garantir um acesso equitativo \u00e0s ferramentas e infraestruturas de IA pelas comunidades cient\u00edficas a n\u00edvel global e cada vez mais transdisciplinares? Quest\u00f5es estas tamb\u00e9m abordadas na COST Action CA23141 \u201c<a href=\"https:\/\/www.cost.eu\/actions\/CA23141\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAIA &#8211; Managing Artificial Intelligence in Archaeology<\/a>\u201d (2024-2028).<br>Esta sess\u00e3o pretende promover um di\u00e1logo interdisciplinar entre arque\u00f3logos, arque\u00f3logos digitais\/computacionais e cientistas inform\u00e1ticos. Convidamos propostas que apliquem IA em qualquer contexto esp\u00e1cio-temporal arqueol\u00f3gico, bem como aquelas que produzem, preparam e arquivam conjuntos de dados arqueol\u00f3gicos para aplica\u00e7\u00f5es com IA. Ao reunir perspetivas te\u00f3ricas, metodol\u00f3gicas, t\u00e9cnicas e \u00e9ticas, esta sess\u00e3o incentiva uma reflex\u00e3o cr\u00edtica sobre as diferentes abordagens utilizadas, ao mesmo tempo que destaca as oportunidades e limita\u00e7\u00f5es da IA no apoio \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o arqueol\u00f3gica<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/details>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>9<br>Arqueolog\u00eda, Humanidades y epistemolog\u00eda de lo digital: una conversaci\u00f3n sobre el sentido de pertin\u00eancia<\/strong><br><em>Org. Sonia Medina Gordo, Esther Trav\u00e9 Allepuz<\/em><\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Resumo<\/summary>\n<p>Hace algunos a\u00f1os, Jean-Fran\u00e7ois Lyotard anticipaba que la informatizaci\u00f3n y la mercantilizaci\u00f3n del conocimiento transformar\u00edan radicalmente c\u00f3mo \u00e9ste se produce, legitima y distribuye. Su diagn\u00f3stico resuena con el panorama actual: la proliferaci\u00f3n de voces, foros y comunidades que generan conocimiento de manera descentralizada ha multiplicado los espacios de circulaci\u00f3n del saber cient\u00edfico. En este contexto, son muchas las disciplinas que han incorporado el uso de herramientas digitales en su trabajo diario, aunque estas pr\u00e1cticas no siempre se reconocen bajo una etiqueta consensuada. En el \u00e1mbito de los estudios sobre el pasado, es habitual que algunos investigadores se identifiquen bien como parte de las Humanidades Digitales, bien como parte de la Arqueolog\u00eda Digital. Otros, en cambio, prefieren no adoptar ninguna de estas denominaciones, pese a que sus resultados se articulan a trav\u00e9s de las ciencias formales y el manejo de datos digitales. Esta tensi\u00f3n entre conocimiento, pr\u00e1ctica e identidad plantea un interrogante b\u00e1sico: qu\u00e9 determina que alguien se considere parte de una comunidad, \u00bfsu producci\u00f3n cient\u00edfica o la mera autodefinici\u00f3n?&nbsp;<br>En esta mesa redonda proponemos ir m\u00e1s all\u00e1 de lo t\u00e9cnico para preguntarnos por qu\u00e9 lo digital parece operar como l\u00ednea divisoria, y c\u00f3mo ello influye en la manera en que se construye conocimiento. Para tal fin, el debate se centrar\u00e1 en cinco preguntas clave:&nbsp;<br>\u00bfEn qu\u00e9 medida la eficacia, visibilidad y m\u00e9tricas sobre lo digital condicionan qui\u00e9n se considera parte de una comunidad?&nbsp;<br>\u00bfC\u00f3mo cambian las formas de producir y valorar el conocimiento arqueol\u00f3gico en entornos digitales?&nbsp;<br>\u00bfQu\u00e9 significa identificarse (o no) como arque\u00f3logo digital o humanista digital?&nbsp;<br>\u00bfQu\u00e9 se gana y se pierde al adoptar o rechazar etiquetas como \u201cArqueolog\u00eda Digital\u201d o \u201cHumanidades Digitales\u201d?&nbsp;<br>\u00bfC\u00f3mo transforma lo digital la forma en que los investigadores sienten que pertenecen a una disciplina y no otra?&nbsp;<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>10<\/strong><br><strong>Quando as Palavras Fazem o Tempo: Colapsos, resist\u00eancias e outras formas de inventar as narrativas em Arqueologia<\/strong><br><em>Ana Catarina Bas\u00edlio, Pablo S\u00e1nches de Oro, Gil Vilarinho, Nelson Almeida (sess\u00e3o col\u00f3quio)<\/em><\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Resumo<\/summary>\n<p>&nbsp;As narrativas arqueol\u00f3gicas s\u00e3o constru\u00eddas a partir de palavras que raramente s\u00e3o neutras: cada termo carrega implica\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas, pol\u00edticas e epistemol\u00f3gicas. Este vocabul\u00e1rio molda n\u00e3o s\u00f3 a forma como pensamos o Passado, mas tamb\u00e9m como projetamos o Presente e imaginamos o Futuro.&nbsp;<br>Esta sess\u00e3o prop\u00f5e uma reflex\u00e3o cr\u00edtica sobre os conceitos atrav\u00e9s dos quais organizamos e interpretamos o tempo em Arqueologia, em particular no contexto ib\u00e9rico, mas com resson\u00e2ncia mais ampla. Pretende-se discutir tanto o potencial criativo dessas categorias como os seus limites e ambiguidades. O debate convida a questionar: o que implica falar de colapso em vez de recomposi\u00e7\u00e3o? De ruptura em vez de metamorfose?&nbsp;<br>Mais do que procurar defini\u00e7\u00f5es fechadas, interessa explorar as repercuss\u00f5es destas escolhas discursivas e as diferentes Arqueologias que delas podem emergir. Atrav\u00e9s do di\u00e1logo coletivo, procuraremos discutir alternativas e informar cen\u00e1rios que nos ajudem a pensar de forma mais inclusiva e situada os m\u00faltiplos \u201ctempos\u201d com que trabalhamos.&nbsp;<br>Propomos, assim, abrir um espa\u00e7o de experimenta\u00e7\u00e3o te\u00f3rica e metodol\u00f3gica, onde a linguagem se torne n\u00e3o apenas instrumento de descri\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m terreno de disputa saud\u00e1vel e cria\u00e7\u00e3o cr\u00edtica. Convidam-se reflex\u00f5es, casos de estudo e propostas que questionem categorias naturalizadas e explorem novas formas de narrar mudan\u00e7a, continuidade e temporalidades diversas do passado.&nbsp;<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>11<\/strong><br><strong>Entre tiempos. Interpretaci\u00f3n y usos de los periodos de transici\u00f3n desde una perspectiva te\u00f3rica<\/strong><br><em>Org. Pablo Gonz\u00e1lez Zambrano, Araceli Cristo Ropero, Arturo Garc\u00eda L\u00edpez, Manuel Abelleira Dur\u00e1n Par. Andr\u00e9s Mar\u00eda Adroher, Javier Mart\u00ednez Jim\u00e9nez<strong> <\/strong><\/em>(sess\u00e3o col\u00f3quio)<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Resumo<\/summary>\n<p>Esta mesa convoca contribuciones que interpreten las transiciones<br>hist\u00f3ricas -del Bronce Final al Hierro I, del Hierro I al II, la<br>romanizaci\u00f3n y la tardoantig\u00fcedad- desde los procesos entendidos como<br>reconfiguraciones de las formaciones sociales, donde la t\u00e9cnica, la<br>ideolog\u00eda y las pr\u00e1cticas sociales se articulan con las relaciones de<br>producci\u00f3n y reproducci\u00f3n social. Se subraya que estas transiciones<br>deben abordarse como procesos hist\u00f3ricos concretos, atravesados por la<br>praxis colectiva de los sujetos sociales en condiciones determinadas, en<br>los que las contradicciones internas impulsan el cambio.<br>Las redes (de personas, objetos, lugares y significados) se entienden<br>aqu\u00ed como instrumentos anal\u00edticos para reconstruir c\u00f3mo se organizan,<br>distribuyen y transforman las relaciones sociales. Los grafos, m\u00e9tricas<br>y ensamblajes tienen sentido en la medida en que permiten visibilizar<br>contradicciones hist\u00f3ricas, a saber, qui\u00e9n concentra excedente, qui\u00e9n<br>media su redistribuci\u00f3n, qu\u00e9 nodos sostienen coerci\u00f3n o legitimaci\u00f3n<br>ideol\u00f3gica, etc. En este marco, el an\u00e1lisis relacional no sustituye al<br>proceso hist\u00f3rico, sino que se integra en una explicaci\u00f3n dial\u00e9ctica de<br>la totalidad concreta.<br><br>Se alientan estudios que:<br>&#8211; Modelen redes multiplex (artefactos\u2013pr\u00e1cticas\u2013lugares\u2013c\u00f3digos)<br>incorporando atributos de clase, propiedad, modos de trabajo, de forma<br>que las centralidades o intermediaciones se interpreten en clave<br>socioecon\u00f3mica.<br>&#8211; Introduzcan temporalidad expl\u00edcita articulada con criterios de<br>periodizaci\u00f3n socioecon\u00f3mica: intensificaci\u00f3n del trabajo agr\u00edcola,<br>estandarizaci\u00f3n productiva, monetizaci\u00f3n, escritura, fiscalidad,<br>reordenaci\u00f3n del poblamiento. Se valorar\u00e1n especialmente las propuestas<br>que comprendan estas temporalidades como momentos contradictorios del<br>proceso hist\u00f3rico, y no como simples fases sucesivas.<br>&#8211; Integren arqueometr\u00eda, epigraf\u00eda o iconograf\u00eda como v\u00edas para conectar<br>decisiones t\u00e9cnicas con relaciones sociales de producci\u00f3n e ideolog\u00eda<br>materializada.<br>&#8211; Comparen distintas regiones (Alentejo, Guadiana, Guadalquivir, Meseta,<br>Levante, Baleares, Atl\u00e1ntico\/Mediterr\u00e1neo), evitando paralelismos planos<br>y destacando diferencias en modos de vida y estructuras econ\u00f3micas y<br>poder. El an\u00e1lisis comparado debe contribuir a explicar c\u00f3mo distintas<br>praxis sociales, insertas en formaciones concretas, producen resultados<br>diferenciados.<br><br>Preguntas gu\u00eda.<br>\u00bfD\u00f3nde cambian las centralidades y mediaciones al pasar de un umbral a<br>otro? \u00bfQu\u00e9 v\u00ednculos d\u00e9biles y mediadores sostienen innovaciones t\u00e9cnicas<br>y qu\u00e9 dispositivos garantizan su mantenimiento? \u00bfDe qu\u00e9 modo estas<br>mediaciones expresan las contradicciones de clase y las estrategias de<br>dominaci\u00f3n o resistencia? \u00bfC\u00f3mo se combinan persistencias campesinas con<br>hibridaciones coloniales? \u00bfQu\u00e9 indicadores materiales permiten captar<br>mejor los ritmos y desfases sociales (tiempo de trabajo,<br>estandarizaci\u00f3n, fiscalidad, monetizaci\u00f3n, escritura, arquitectura,<br>paisajes productivos)?<br><br>Resultado esperado.<br>Un protocolo compartido para leer las transiciones como<br>reconfiguraciones hist\u00f3ricas de redes socio-t\u00e9cnicas e ideol\u00f3gicas,<br>vinculadas a los cambios en las relaciones de producci\u00f3n y en la<br>apropiaci\u00f3n del trabajo. El \u00e9nfasis estar\u00e1 en reconstruir la praxis como<br>motor del proceso hist\u00f3rico, de manera que las redes se comprendan<br>siempre como mediaciones en una totalidad concreta y contradictoria. El<br>repositorio abierto (OSF\/GitHub) incluir\u00e1 plantillas, datasets y scripts<br>reproducibles que integren no solo m\u00e9tricas de red, sino tambi\u00e9n<br>variables socioecon\u00f3micas y criterios de periodizaci\u00f3n.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>12<\/strong><br><strong>Materialidad, paisaje urbano y memoria: lecturas te\u00f3ricas del pasado andalus\u00ed en la ciudad contempor\u00e2nea<\/strong><br><em>Org. Raquel Bujalance Silva (sess\u00e3o col\u00f3quio)<\/em><\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Resumo<\/summary>\n<p>Esta mesa de discusi\u00f3n se plantea como un espacio de reflexi\u00f3n te\u00f3rica en torno a la materialidad del urbanismo andalus\u00ed y su lugar en las din\u00e1micas urbanas actuales de la pen\u00ednsula ib\u00e9rica. M\u00e1s all\u00e1 del dato arqueol\u00f3gico, se propone pensar los vestigios urbanos como agentes activos en procesos de memoria, olvido y resignificaci\u00f3n, en di\u00e1logo con debates contempor\u00e1neos sobre puesta en valor y producci\u00f3n de identidades urbanas. El objetivo es problematizar categor\u00edas como patrimonio, paisaje, memoria y materialidad, interrogando los procesos de apropiaci\u00f3n, reinterpretaci\u00f3n o invisibilizaci\u00f3n del legado andalus\u00ed en el tejido urbano. Desde marcos cr\u00edticos \u2014arqueolog\u00eda de la memoria, teor\u00eda de la materialidad, estudios de paisaje y enfoques decoloniales\u2014, la mesa busca repensar el papel del pasado andalus\u00ed en la construcci\u00f3n de imaginarios urbanos, abriendo un debate sobre los modos actuales de habitar, narrar y proyectar la ciudad.<\/p>\n\n\n\n<p>Preguntas gu\u00edas:<br>\u00bfQu\u00e9 aportan los marcos cr\u00edticos (arqueolog\u00eda de la memoria, teor\u00eda de la materialidad, enfoques decoloniales) para repensar el lugar del pasado andalus\u00ed en las formas actuales de habitar y proyectar la ciudad?<br>\u00bfDe qu\u00e9 manera los vestigios andalus\u00edes pueden entenderse como agentes activos en la construcci\u00f3n de memorias urbanas, m\u00e1s all\u00e1 de su condici\u00f3n de \u201crestos arqueol\u00f3gicos\u201d?<br>\u00bfC\u00f3mo se articulan los procesos de puesta en valor del pasado andalus\u00ed con din\u00e1micas de olvido, invisibilizaci\u00f3n o apropiaci\u00f3n en la ciudad contempor\u00e1nea?<br>\u00bfEn qu\u00e9 sentido el paisaje urbano puede concebirse como un palimpsesto donde se reescriben narrativas identitarias en torno al pasado andalus\u00ed?<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>13<\/strong><br><strong>Salvaguarda do patrim\u00f3nio arqueol\u00f3gico em contexto florestal<\/strong><br><em>Org. Filipa Bragan\u00e7a, Sandra Louren\u00e7o, Helena Moura, Jo\u00e3o Marques (sess\u00e3o col\u00f3quio)<\/em><\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Resumo<\/summary>\n<p>Esta sess\u00e3o procurar\u00e1 debru\u00e7ar-se sobre duas quest\u00f5es centrais relativas \u00e0 problem\u00e1tica da salvaguarda do patrim\u00f3nio arqueol\u00f3gico em contexto florestal e da sua compatibiliza\u00e7\u00e3o com projetos de floresta\u00e7\u00e3o e refloresta\u00e7\u00e3o, cujas a\u00e7\u00f5es e t\u00e9cnicas \u2013 como a mobiliza\u00e7\u00e3o de solos, subsolagem, nivelamento de terrenos, mega-sulcos, despedregas, abertura de aceiros, circula\u00e7\u00e3o de mec\u00e2nica pesada, a\u00e7\u00f5es de combate aos inc\u00eandios florestais \u2013 que apresentam um forte impacto sobre este recurso patrimonial finito e n\u00e3o renov\u00e1vel.<br>Em primeiro lugar pretende-se analisar a rela\u00e7\u00e3o entre a legisla\u00e7\u00e3o para a floresta, a legisla\u00e7\u00e3o para a salvaguarda do patrim\u00f3nio arqueol\u00f3gico, as orienta\u00e7\u00f5es para os procedimentos t\u00e9cnicos de salvaguarda do patrim\u00f3nio arqueol\u00f3gico no \u00e2mbito dos projetos de floresta\u00e7\u00e3o e refloresta\u00e7\u00e3o e a sua aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica. No caso portugu\u00eas, embora desde 2001 exista legisla\u00e7\u00e3o consolidada sobre a prote\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o do Patrim\u00f3nio Cultural e uma legisla\u00e7\u00e3o de desenvolvimento florestal que imp\u00f5e algumas medidas preventivas espec\u00edficas para o patrim\u00f3nio arqueol\u00f3gico, nomeadamente nos Programas Regionais de Gest\u00e3o Florestal (PROF), a salvaguarda deste<br>patrim\u00f3nio fica muito aqu\u00e9m do efetivamente necess\u00e1rio.<br>Em segundo lugar, refletir sobre o balan\u00e7o dos inc\u00eandios florestais, que recorrentemente assolam a fachada atl\u00e2ntica da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, como em 2025, e ponderar a necessidade de defini\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de atua\u00e7\u00e3o perante este tipo de cat\u00e1strofe. Nesse \u00e2mbito, com base na experi\u00eancia obtida com os grandes inc\u00eandios de 2003 e 2017, ser\u00e3o apresentadas algumas experi\u00eancias e debatidas propostas de procedimentos.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>14<\/strong><br><strong>Arqueolog\u00edas del miedo: materialidades, paisajes y comunidades emocionales en el pasado<\/strong><br><em>Org. Juan Pablo L\u00f3pez, Carlos Tejerizo, Henry Grube<\/em><\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Resumo<\/summary>\n<p>El miedo, lejos de ser una emoci\u00f3n universal y atemporal, se configura hist\u00f3ricamente a trav\u00e9s de contextos sociales, culturales y pol\u00edticos. En arqueolog\u00eda, su estudio abre un campo f\u00e9rtil para explorar c\u00f3mo determinadas pr\u00e1cticas, objetos y paisajes fueron utilizados para generar, contener o manipular emociones colectivas. Esta sesi\u00f3n propone un espacio de debate sobre las arqueolog\u00edas del miedo, entendidas no como la mera identificaci\u00f3n de un estado emocional, sino como la indagaci\u00f3n de los climas emocionales que estructuraron la vida de las comunidades del pasado.<br>Los enfoques recientes en la arqueolog\u00eda de la emoci\u00f3n muestran c\u00f3mo el miedo puede rastrearse en la materialidad funeraria, en la arquitectura defensiva, en la gesti\u00f3n ritual de los lugares o en el uso social de los objetos. Estudios sobre el Paleol\u00edtico y la Prehistoria reciente tienden a interpretarlo como una reacci\u00f3n psicobiol\u00f3gica universal, mientras que otros, inspirados en perspectivas constructivistas, lo entienden como una emoci\u00f3n socialmente aprendida, inscrita en paisajes, cuerpos y tecnolog\u00edas de memoria. Casos como la fortificaci\u00f3n de asentamientos, la manipulaci\u00f3n ritual de t\u00famulos prehist\u00f3ricos, la proliferaci\u00f3n de cerraduras en contextos hist\u00f3ricos o los discursos coloniales sobre el miedo al \u201cotro\u201d evidencian que el miedo puede ser a la vez instrumento de poder y mecanismo de cohesi\u00f3n social.<\/p>\n\n\n\n<p>La sesi\u00f3n invita a reflexionar sobre tres ejes principales:<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"1\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Paisajes del miedo, donde la geograf\u00eda y la monumentalidad codifican y reproducen emociones colectivas.<\/li>\n\n\n\n<li>Materialidades del miedo, desde los cuerpos en contextos funerarios hasta objetos cotidianos cargados de significados afectivos.<\/li>\n\n\n\n<li>Comunidades emocionales y reg\u00edmenes del miedo, que permiten analizar c\u00f3mo la emoci\u00f3n fue regulada y explotada por estructuras pol\u00edticas, religiosas o sociales.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Proponemos reunir estudios de caso, aproximaciones te\u00f3ricas y metodol\u00f3gicas que ampl\u00eden el debate sobre c\u00f3mo el miedo puede abordarse arqueol\u00f3gicamente, ofreciendo claves para comprender no solo el pasado, sino tambi\u00e9n los modos en que las emociones configuran nuestras sociedades presentes.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"1\" class=\"wp-block-list\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<\/details>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aberto at\u00e9 1 de dezembroAbierto hasta el 1 de diciembre&#8212; 9 de dezembro\/diciembre &#8212; Envie a sua proposta para \/\/&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-312","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tagiberico.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/312","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tagiberico.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/tagiberico.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tagiberico.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tagiberico.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=312"}],"version-history":[{"count":11,"href":"https:\/\/tagiberico.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/312\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":327,"href":"https:\/\/tagiberico.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/312\/revisions\/327"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tagiberico.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=312"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}